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Eu vos saúdo, Maria = Je vous salue Marie

Autor principal: Godard, Jean-Luc, 370Publicação: Midas Filmes, Lisboa, 2007Descrição: ; 1 DVD (aprox. 75 minutos) : color.; 19 cmColeção: Série ípsilon, 6Resumo: Elenco: Myriem Roussel, Thierry Rode, Philippe Lacoste, Manon Andersen, Malachi Jara Kohan, Juliette Binoche, Dick. Sinopse: Um dos mais emblemáticos, mas também polémicos filmes do cineasta suíço Jean-Luc Godard, é uma abordagem universal, contemporânea e iconoclasta ao tema bíblico da imaculada concepção. Aqui, Maria é uma jovem basquetebolista e José um condutor de táxis. Depois de receber a visita de Gabriel, Maria descobre que vai ser mãe, mesmo apesar da sua virgindade. A partir daqui, Maria e José, percorrerão um longo caminho que os levará à aceitação deste acontecimento extraordinário. Profundamente simbólico (vejam-se as referências à gravidez de Maria introduzidas através de objectos como a bola de basquete, a lua, o sol, ou os candeeiros), Godard e o seu filme impressionam não apenas pelo atrevimento em abordar de forma tão pouco ortodoxa a questão da espiritualidade, mas também porque EU VOS SAÚDO, MARIA é tão só uma interrogação às relações entre o cinema e o real. .
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Nº de registo 5262/2007. - M/ 16 anos. - Legendado em Português. - Publicado com o jornal Público

Elenco: Myriem Roussel, Thierry Rode, Philippe Lacoste, Manon Andersen, Malachi Jara Kohan, Juliette Binoche, Dick. Sinopse: Um dos mais emblemáticos, mas também polémicos filmes do cineasta suíço Jean-Luc Godard, é uma abordagem universal, contemporânea e iconoclasta ao tema bíblico da imaculada concepção. Aqui, Maria é uma jovem basquetebolista e José um condutor de táxis. Depois de receber a visita de Gabriel, Maria descobre que vai ser mãe, mesmo apesar da sua virgindade. A partir daqui, Maria e José, percorrerão um longo caminho que os levará à aceitação deste acontecimento extraordinário. Profundamente simbólico (vejam-se as referências à gravidez de Maria introduzidas através de objectos como a bola de basquete, a lua, o sol, ou os candeeiros), Godard e o seu filme impressionam não apenas pelo atrevimento em abordar de forma tão pouco ortodoxa a questão da espiritualidade, mas também porque EU VOS SAÚDO, MARIA é tão só uma interrogação às relações entre o cinema e o real.

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